Diante das dificuldades enfrentadas dentro e fora dos gramados, o Botafogo já direciona o olhar para 2026. Enquanto busca a vaga na Libertadores nesta temporada, a diretoria desenha a próxima com estratégias que incluem negociações de jogadores e corte nos gastos com salários para sustentar o projeto, de acordo com Diogo Dantas, de “O Globo“.

As questões econômicas são motivo de preocupação e foram tratadas pelo CEO Thairo Arruda na reunião do Conselho Deliberativo, porém no cotidiano ainda não há reflexos práticos. Como medida preventiva, a direção alvinegra se antecipa ao cenário futuro e reconhece decepção com a performance de alguns atletas recém-chegados.
Segundo fontes consultadas pelo blog, a SAF mantém sua solidez e John Textor continua oferecendo tudo o que é necessário para o elenco profissional — mesmo diante do panorama incerto e dos riscos relacionados ao cronograma de pagamentos que se aproxima.
Condição aos atletas
Atualmente, os vencimentos estão em dia, assim como as bonificações. Com infraestrutura em expansão, o Botafogo também destina valores elevados para voos particulares e acomodação. Dessa forma, não há espaço para reclamações do elenco.
Por essa razão, mais do que questionamentos sobre a atuação do treinador Davide Ancelotti, existe uma expectativa por melhor desempenho dos atletas, apesar dos desfalques por questões médicas.
A comissão técnica e a diretoria compartilham o entendimento de que a principal deficiência está no setor ofensivo. Jogadores de meio-campo e ataque estão abaixo do esperado. Arthur Cabral, Joaquim Correa, Chris Ramos, Mastrinani, além dos meias e pontas e da produção ofensiva coletiva.
Além disso, são diversas ausências: Nathan Fernandes, Bastos, Kaio Panteleão, Montoro, Alex Telles, Vitinho e Danilo. Sem mencionar Jordan Barrera, convocado para a seleção sub-20 colombiana. A cúpula botafoguense aguarda contar com pelo menos 15 “titulares” disponíveis para fazer cobranças a Ancelotti.Tentar novamente



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