Repórter do The Atletic — segmento esportivo do The New York Times —, Matt Slater enumerou, nesta sexta, 17, a semana de John Textor, acionista da SAF Botafogo. Na publicação, o jornalista destacou as derrotas do estadunidense na justiça.
Semana de John Textor
- Justiça desfaz tentativa de blindar o Botafogo da Eagle após crise no Lyon; trégua instável com a Ares continua
- Perde disputa de jurisdição no caso com a Iconic
- Audiência no CAS sobre disputa de taxa de transferência com o Atlanta United
- Perde pedido para interromper processo da Iconic
Crise atrás de crise
No Botafogo, o empresário corre o risco de perder o comando da SAF. Em litígio com o grupo Eagle, o estadunidense é visto pela empresa como “cada vez menos relevante na operação do Botafogo”. Isso porque, na avaliação da Eagle, o empresário evidencia não ter dinheiro para recomprar a SAF do Glorioso. Com isso, Textor abre margem para novas ações judiciais e balança ainda mais no controle do Alvinegro.
Na França, o empresário renunciou ao comando do Lyon após forte pressão e com a equipe salva por uma manobra do rebaixamento à segunda divisão francesa.
Em meio à tormenta envolvendo sua gestão e nome, John Textor se defende e diz que não há motivos para preocupação no Botafogo. Em entrevista exclusiva ao “UOL”, no entanto, ele admite a possilibidade de uma cisão da Eagle.
— Então, eu sei que os torcedores querem uma resposta para essas coisas muito rapidamente, porque é assim que somos. Ainda não sabemos se vamos continuar juntos ou se o Botafogo vai se separar. Mas posso dizer que o clube está indo bem e muitas pessoas estão nos oferecendo capital através da Eagle para continuarmos juntos. Outras pessoas estão nos oferecendo capital para nos separarmos, mas ninguém precisa se preocupar com a gente pagando as contas do Botafogo, porque a Eagle ainda é dona de 90% – concluiu.






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