Nesta quarta-feira, 19, um parecer foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), permitindo que o governo estadual proceda com a alienação do terreno onde está situado o Estádio Nilton Santos, de propriedade do Botafogo. A proposição recebeu quatro votos favoráveis contra três contrários.
Além do estádio, a autorização abrange a possibilidade de desinvestimento de outras propriedades públicas, como o Complexo do Maracanã, a Rodoviária Novo Rio, os terminais rodoviários das cidades de Niterói e Nova Iguaçu, e a histórica edificação da Central do Brasil, por exemplo.

O grupo de deputados que manifestou apoio à venda inclui Fred Pacheco (PMN), Rodrigo Amorim (União), Chico Machado (SDD) e Alexandre Knoploch (PL). Em oposição, votaram Luiz Paulo (PSD), Elika Takimoto (PT) e Vinícius Cozzolino (União).
— Saibam vocês que o Engenhão está num terreno do estado. Toda aquela área é da Central Logística. Então, a gente também está fazendo uma emenda botando o terreno do Engenhão para venda. E aí o Botafogo, caso queira, vai poder comprar também o terreno — afirmou Knoploch ao propor a emenda recentemente.
O Estádio Nilton Santos foi construído pela Prefeitura do Rio de Janeiro para os Jogos Pan-Americanos de 2007. O Botafogo foi vencedor da licitação para gerenciar o estádio e detém o direito de utilizá-lo até 2031. No entanto, John Textor já manifestou a intenção de erguer um novo estádio para o clube.
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