Em meio à uma indisfarçável crise financeira da SAF, o Botafogo perdeu para o Barcelona-EQU por 1 a 0 e foi eliminado da Libertadores. Fora das quatro linhas, o clube convive com uma disputa entre acionistas pelo controle da SAF.
Durante participação em um programa da ESPN, o comentarista Rafael Marques revelou bastidores envolvendo o clube associativo e a gestão liderada por John Textor.
— Internamente, ninguém vai dizer isso oficialmente. Vou até me arriscar a falar isso aqui em rede nacional, porque é processo de apuração. Não é uma apuração densa, é uma apuração fina. Ninguém vai confirmar o que eu vou dizer agora. Mas o que se sabe, pelo associativo do Botafogo, é que existe uma grande torcida para que apareça alguém que convença o Textor a vender o clube para uma outra entidade que pudesse tocar a SAF — disse Rafael Marques para completar:
— O Botafogo não faz isso publicamente por dois motivos. Primeiro, por quebra de sigilo. E segundo, porque existe, querendo ou não, ainda um sentimento de gratidão. Não tem como apagar o que o Textor permitiu ao Botafogo e ao botafoguense viverem em 2024. É por isso — acrescentou.
Segundo Rafael Marques, a postura oficial do clube associativo tende a ser cautelosa e estratégica.
— Oficialmente, podem fazer uma busca aí: sempre que o associativo é chamado a se posicionar sobre alguma ação do Textor, ou a manifestação é neutra ou ela é explicitamente de apoio. Porque isso também é estratégico. O Botafogo associativo não pode gerar elementos públicos contrários à gestão da SAF. Mas dentro do clube há muita gente que torce para que Textor encontre um comprador que o satisfaça e também à SAF do Botafogo — concluiu.






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