Em coletiva de imprensa após a virada do Botafogo sobre o Internacional, pelo Campeonato Brasileiro, o técnico Bruno Lage fez uma análise minuciosa sobre o famoso “Projeto Botafogo”. Segundo o português, os alicerces do planejamento estão bem claros internamente.
— Quando cá cheguei, percebi muito bem pelas palavras do John Textor qual era o projeto do Botafogo. O projeto do Botafogo é muito simples. Nós tínhamos o Rafael na direita, que infelizmente está fora da temporada. Mas um jogador de Premier League. Portanto, com maturidade. Depois veio o Di Plácido e temos o JP. Na esquerda, o Marçal, outro jogador de Premier League, com material. E temos o Hugo, que veio da base e que hoje deve ter sido… ou melhor, o melhor. Estamos de acordo. Ou seja, o trabalho é este. Foi fazer num curto espaço de tempo uma equipe que pudesse ser competitiva com jogadores com esta maturidade.
— Nós temos um conjunto de jogadores com muita experiência, qualidade, mas também estamos preparando o futuro. Esta caminhada vai ser muito longa porque quando faltar um jogador desta experiência, vai estar alguém muito novo com enorme potencial, mas que tem que ser acarinhado, preparado, para quando entrar consiga jogar. Não vamos meter uma enorme no Hugo, nem no Diego [Hernández], nem no Matí [Segovia], no Janderson. Vamos colocá-los num contexto favorável para continuarem a evoluir no treino e na competição, se forem chamados, tenham influência no jogo. Este é que o projeto do Botafogo.

O Botafogo volta a campo contra o São Paulo, sábado, 19, às 16h, no Morumbi, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro.
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