Não é apenas auditoria do empréstimo-aporte que o BTG Pactual está fazendo na SAF Botafogo. De acordo com o colunista Lauro Jardim, de “O Globo”, o banco também foi contratado para buscar investidores para a SAF, que sofre grave financeira sob a gestão de John Textor.
Há um mês, o Botafogo está punido pela Fifa com transfer ban, que impede o clube de registrar novos jogadores. A penalização ocorreu por dívida da SAF com o Atlanta United pela compra de Thiago Almada, em 2024.O valor total do débito é de US$ 21 milhões, quantia que gira em torno de R$ 114 milhões na cotação atual.
O que aconteceu
Na última sexta, 30, John Textor e o presidente do social, João Paulo Magalhães Lins, viajaram para São Paulo com o objetivo de acompanhar a auditoria do BTG Pactual do empréstimo de US$ 50 milhões à SAF.

O clube associativo exigiu a medida para estudar as condições, já que há garantia da venda de jogadores e juros altos para fechar a transação.
Em entrevista ao “ge”, John Textor explicou detalhes do processo.
– Quero esclarecer exatamente onde estamos em relação ao aporte. Fiquei desapontado por não conseguir abordar as complexidades disso na quinta-feira, porque queríamos fazer um anúncio significativo antes do jogo contra o Cruzeiro, o 4 a 0 sobre o Cruzeiro, caso alguém tenha esquecido. Nós temos mais do que US$ 25 milhões em uma conta. É a primeira parcela de um financiamento muito maior que nós estamos aqui detalhando e descrevendo mais profundamente em benefício do clube social. Neste momento, a Ares tem, na verdade, apoiado. Pode ter havido algumas indicações contrárias, mas a Ares apoia a entrada de dinheiro no clube. A Eagle Bidco, o Conselho inteiro antes de eu fazer mudanças, aprovou a resolução em apoio a esse financiamento – iniciou Textor, em entrevista ao “GE”.





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