Em entrevista exclusiva ao quadro “Abre Aspas”, do “ge“, o volante Marlon Freitas fez um balanço sobre a carreira, a relação com o Botafogo e lembrou a proposta do Vasco, em 2024. De acordo com o jogador, o então técnico Artur Jorge barrou a negociação.
— Realmente teve a procura (do Vasco), me reuni com a diretoria e meus representantes. Eu amo esse ambiente e esse clube, sou muito bem tratado aqui dentro, e não tem nada que pague isso. Mas eu vinha de um contexto difícil e eu precisava desse carinho. Sozinho talvez eu chegaria no final, mas não ganharia. Foi nesse processo que ele (Artur Jorge) foi muito importante. “Pode esquecer, eu sei que você quer ficar e vou te fazer um jogador melhor”. Em poucos treinamentos, ele viu que eu era um bom jogador. Dizia que se eu tivesse 22 anos, estaria longe (risos).
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— De todo treinador tento tirar algo positivo, peguei muito português aqui. Davide tem me dado muita confiança, o próprio Tiago (Nunes) foi muito importante porque confiou em mim com liderança no momento que eu estava sendo perseguido. Ele me jogou na cova (risos). “Estamos junto, tô dentro. Tô ferido, mas tô vivo”. Ele (Artur Jorge) falou ali na hora que não tinha nada e eu ia ficar, tanto que renovei meu contrato. O clube já tinha intenção, mas ele disse que eu era muito importante. Se (Artur Jorge) não foi a peça principal, foi um dos mais importantes junto com a direção e o John Textor. A todo momento, teve pulso firme para eu ficar. Que bom que eu fiquei.
Marlon Freitas ficou e foi recompensado. Pelo Botafogo, capitaneou as conquistas da Libertadores e do Campeonato Brasileiro de 2024.





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