O Botafogo vive mais um capítulo delicado de sua crise financeira neste início de 2026. Além do transfer ban, das dívidas com jogadores referentes a direitos de imagem e FGTS, o clube agora adotou uma política de redução de custos em todos os departamentos. A informação é do ge nesta quinta, 22.
A diretriz interna é de contenção máxima de despesas, com impactos que vão além do futebol profissional. Segundo apuração, o plano de corte pode afetar diretamente a base do futebol masculino, que corre o risco de não disputar competições internacionais, e também o futebol feminino.
Insegurança entre funcionários e impacto estrutural
O ambiente nos bastidores é de insegurança. Funcionários relatam apreensão quanto ao futuro, diante da reestruturação forçada e da falta de clareza sobre prazos para a normalização financeira da SAF. A ordem é reduzir gastos operacionais enquanto o clube tenta equilibrar as contas e solucionar pendências jurídicas e financeiras.
Ausência de John Textor gera incômodo interno
Outro ponto que tem gerado desgaste nos bastidores é a ausência de John Textor, acionista majoritário da SAF do Botafogo. O empresário norte-americano não visita o clube desde o início de dezembro, quando acompanhou a vitória sobre o Fortaleza, na última rodada do Campeonato Brasileiro.
Internamente, há críticas pela distância do controlador em um momento considerado crucial para o futuro do clube, marcado por restrições no mercado, atrasos salariais e necessidade urgente de decisões estratégicas.
O cenário reforça o clima de instabilidade que envolve o Botafogo neste começo de temporada, com reflexos diretos dentro e fora de campo.





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