Apesar de liderar o Campeonato Brasileiro após uma goleada por 4 a 0 sobre o Cruzeiro nesta quinta, 29, o Botafogo está navegar em águas calmas. Há um mês punido com transfer ban da Fifa por dívida com o Atlanta United na aquisição de Thiago Almada, o Alvinegro vive um cenário de incertezas não só para esta temporada, mas para o futuro do clube.
Com John Textor no centro da crise que assola a SAF Botafogo, o comentarista Paulo Vinicius Coelho, PVC, buscou traçar um perfil do estadunidense. Segundo o jornalista, em participação no “UOL” nesta sexta, 30, Textor é visto por pessoas próximas como um apostador de risco.
— Os velhos amigos do Textor costumam dizer que ele é um jogador de poker. É a definição que se faz do Textor é a definição do jogador de poker. Em 2024, não sou eu que estou dizendo isso, mas eu ouvi de gente de dentro do Botafogo e que participou da gestão do Botafogo no início da gestão Textor. É um jogador de poker, ele aposta muito
alto. Em 2024 ele já apostou alto e ele ganhou com dois pares de seis. Na mesa de poker, ele não tinha uma um flash street hands, ele não tinha o full hands, ele tinha dois pares de seis e falou: “Eu aposto” e ganhou. E hoje o que se entende é que ele fez. Não dá para dizer que a situação ficará insustentável, mas dá para dizer que a situação ficou difícil – declarou.

Solução
Para reverter o quadro, John Textor aposta em um aporte-empréstimo de US$ 50 milhões com a GDA Luma Capital e a Hutton Capital. A GDA Luma é liderada por Gabriel de Alba, investidor com atuação internacional e histórico em reestruturações financeiras. Já a Hutton, segundo Textor, mantém relação antiga com ele em outros negócios.
— A GDA Luma atua com crédito e equity. A Hutton me apoiou no passado em outros projetos. São pessoas que querem estar no estádio, entender o clube e viver a paixão do projeto — garantiu.





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