Titular do Botafogo na derrota para o Nacional Potosí por 1 a 0, nesta quarta, 18, o goleiro Léo Linck descreveu as dificuldades enfrentadas na altitude de 4 mil metros da cidade boliviana. Ainda no primeiro tempo, o arqueiro precisou de atendimento médico após sentir falta de ar em meio à pressão do jogo.
– Não estava vindo nada de ar, estávamos num momento complicado do jogo também. Eu já tinha vindo para Bolívia, mas não para Potosí. Você vai para frente, volta, na terceira vez o ar não veio. Como eu posso pedir atendimento e não sair de campo, aí usei desse privilégio – disse Linck à “getv”.

Adaptação antecipada e planejamento da comissão
Linck chegou antes a Potosí justamente para se adaptar às condições locais. Enquanto isso, o restante do grupo comandado por Martín Anselmi permaneceu no Rio para enfrentar o Flamengo pelas quartas de final do Campeonato Carioca, viajando para a Bolívia apenas na sequência.
– Viemos antes justamente para adaptar, é totalmente diferente, a bola vem muito mais rápida, varia muito mais. Eles falaram que tinha possibilidade (de ser titular), Neto jogaria contra o Flamengo e eu tinha possibilidade de jogar. Vim para me adaptar e o resultado foi complicado, mas deu certo ali – concluiu Linck.



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