Nas discussões sobre o modelo de Fair Play Financeiro promovido pela CBF, Vasco e Botafogo estiveram entre os clubes consultados que apresentaram algumas propostas. Segundo Diogo Dantas, de “O Globo”, os clubes foram favorecidos pelo que será implementado.
No caso do Botafogo, existe uma preocupação da CBF em estimular o investimento de capital externo. O que era uma preocupação do proprietário da SAF alvinegra, John Textor.
Ao contrário da Europa, o empresário poderá aportar recursos para equilibrar as contas. Além disso, o mecanismo vai permitir que o Botafogo cumpra as regras que passarão a valer para os débitos antigos e, especialmente, para as despesas com o futebol.

Textor era um opositor declarado do Fair Play Financeiro e atribuía a ele um conceito ilusório, pois não torna a disputa justa. A argumentação é que clubes grandes continuam podendo ter folhas salariais muito superiores às dos clubes menores, tornando impossível uma competição equilibrada.
Segundo o entendimento de Textor, essa norma serve apenas para proteger os clubes tradicionais e impedir que clubes menores, mesmo com investimentos e boa administração, possam crescer e competir em igualdade. Por isso, adotar o fair play no Brasil resultaria em um cenário similar ao da Premier League, onde apenas poucos clubes disputam títulos..
Os dirigentes do Botafogo que estiveram na CBF apresentaram a perspectiva da entidade a Textor e saíram satisfeitos, com uma visão positiva sobre o que a entidade implementará a partir de 2026. Apesar de algumas sugestões, não houve contestações.






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