Pouco depois de o jornal “O Globo” revelar que o Botafogo associativo encarou como “blefe” a promessa de Textor de que pagaria do próprio bolso a dívida do transfer ban, o empresário se manifestou. Pelas redes sociais, negou o conteúdo da reportagem.
“Cálculos ruins, fontes anônimas e notícia falsa para gerar cliques“, escreveu John Textor em suas redes sociais no início da noite desta segunda, 2.
Autor da reportagem, João Pedro Fragoso manteve sua apuração e disse que procurou Textor para ouvir sua versão, mas o estadunidense não respondeu.
— Antes de publicar a matéria, perguntei duas vezes sobre o aporte pessoal prometido por ele, que não respondeu. Como sempre, mantenho minha apuração. O espaço, claro, está aberto para caso ele queira acrescentar algo. E ele sabe disso – disse o repórter para concluir:
— Em tempo: Textor confirmou que o empréstimo analisado é de US$ 25 milhões, e não mais de US$ 50 milhões. Entendo a chateação com a matéria, mas isso é jornalismo…
Expectativa x realidade
Ainda de acordo com “O Globo”, inicialmente esperava-se um aporte de US$ 50 milhões — dos quais US$ 20 milhões repassados no primeiro momento. No entanto, os valores que o BTG estuda são metade disso, isto é, US$ 25 milhões (R$ 130,7 milhões).
O montante pagará parte dos US$ 30 milhões (cerca de R$ 156,9 milhões) que o Botafogo deve ao Atlanta United pelo valor de compra e bônus contratuais da aquisição de Thiago Almada, em 2024.
Social e SAF voltaram a estreitar relações, ainda que sob desconfiança. O aporte é visto como a última oportunidade de Textor retomar a confiança e a rédea da gestão do futebol. Do contrário, o clube pretende acionar a Justiça para retirar o estadunidense do comando da SAF Botafogo.





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