Após os gols de Igor Jesus e Luiz Henrique, do Botafogo, na vitória da Seleção Brasileira contra o Chile, por 2 a 1, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, o colunista Paulo Vinicius Coelho, o PVC, destacou a relação do Glorioso com a Amarelinha.
– Sete dias repletos de novidades envolvendo o Botafogo. Primeiramente, o anúncio de que o Glorioso voltou a ser o clube que mais cedeu jogadores à seleção. Com mais nomes que o Real Madrid, após a troca de Arana, do Atlético, por Alex Telles, do Botafogo, e as saídas de Militão e Vinicius Júnior. Inesperadamente, o Botafogo tornou-se a equipe com o maior número de convocados para a seleção brasileira, algo que não acontecia desde 15 de abril de 1992, quando tinha como patrono o banqueiro do jogo do bicho Emil Pinheiro e contava com jogadores como Renato Gaúcho, Carlos Alberto Dias, Márcio Santos e Valdeir sob o comando de Carlos Alberto Parreira. Desde 1962, o Botafogo não tinha sete jogadores chamados para seleções nacionais durante uma Data Fifa. Isso portanto é mais um motivo para alimentar o orgulho – pontuou PVC.
– O mais recente, ter ambos os gols da vitória contra o Chile marcados por atletas do elenco botafoguense. Fazia 26 anos que jogadores do Botafogo não marcavam gols pela seleção, desde Bebeto numa partida contra a Dinamarca, nas quartas de final da Copa do Mundo de 1998 – recordou.

SAFs
PVC citou os exemplos do Manchester City e do Milan, que tiveram sua recuperação, e defendeu o Botafogo das críticas de “apenas ter jogadores desse nível na Seleção por ser SAF”.
– O sentimento de orgulho dos torcedores alvinegros encontrou resistência na observação de que o Botafogo não contaria com tantos jogadores habilidosos se não fosse por ser uma SAF. Ora, mas as Sociedades Anônimas do Futebol (SAF) estão conforme a legislação. Poder-se-ia afirmar que o Manchester City não teria 13 jogadores convocados por seleções nacionais se não tivesse sido adquirido pelo sheik Mansour Bin Zayed, por exemplo. E não fosse parte do conglomerado City Group, cuja sede é o Abu Dhabi United Group. O Milan aliás estava próximo da falência quando foi adquirido pelo grupo Fininvest, de Silvio Berlusconi. Se não fosse isso, não teria conquistado cinco de suas sete Ligas dos Campeões. Nem contado com a habilidade de jogadores como Ruud Gullit, Marco Van Basten, Frank Rijkaard, Dejan Savicevic, Kaká, Shevchenko, Pirlo, Dida – encerrou.
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