O presidente do Botafogo Social, João Paulo Magalhães Lins, viajou na última sexta com John Textor para São Paulo. Em pauta, uma reunião para auditar e avaliar as condições do aporte da GDA Luma Capital e Hutton Capital na SAF.
Em entrevista ao “ge”, João Paulo revelou detalhes da viagem e disse que o clube social deve dar o aval ao empréstimo até quarta, 4.
— Tenho dito desde o início que a gente apoia o profissionalismo do futebol, uma gestão moderna. Com certeza, se for algo que se prove positivo, vai contar com o nosso apoio. A gente trouxe um parceiro institucional para nos ajudar a entender. Às vezes, há coisas muito sofisticadas que a gente precisa de ajuda para ter um entendimento melhor, para podermos tomar a melhor decisão de forma profissional. Falamos para o John: “a gente gosta do Botafogo, não gostamos de pessoas. Gostamos do Botafogo bem”. Vamos sempre tomar as melhores decisões profissionais para o Botafogo, o que for uma recomendação profissional nós vamos fazer sempre. O que fomos fazer em São Paulo foi isso: fomos em busca de conversas. Realmente, uma oportunidade. Fomos analisar, foi um bate-papo, e estamos aqui conversando. Domingo, 1h da manhã, pós-jogo, para termos uma solução o quanto antes — disse João Paulo ao “GE”.
— O clube social é sócio da SAF e o relacionamento sempre foi, sempre será bom. O fato de você perguntar alguma coisa não quer dizer que você brigou com a pessoa. O Botafogo não briga com a SAF. Somos apoiadores. Somos um só Botafogo. Essa coisa de ficar separando é uma coisa estranhíssima. A gente só quer que o melhor aconteça — completou o presidente.
A primeira parcela do aporte seria de US$ 28 milhões (R$ 147,4 milhões) na cotação atual. O montante seria destinado a pagar a dívida com o Atlanta United para derrubar o transfer ban.





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