Segundo informações do “ge“, nesta quinta, 2, a 21ª Câmara de Direito Privado da Justiça do Rio atendeu ao pedido do clube associativo, impedindo a SAF de negociar atletas sem que haja uma autorização judicial prévia.
“E finalmente, diante da boa fé objetiva que deve nortear as partes litigantes, defiro parcialmente o item “c”, determinando que qualquer alienação de ativos, distribuição de dividendos ou remuneração/despesa extraordinária ou qualquer outro ato com reflexos econômicos sejam comunicados previamente ao juízo sob pena de nulidade”, diz o trecho da decisão assinada pelo desembargador Marcelo Almeida de Moraes Marinho.
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Para a SAF, a decisão do magistrado vai atrapalhar o orçamento de 2026, já que o Botafogo contava com a venda de jogadores valorizados para fazer caixa.

Já sob o ponto de vista do social, o presidente João Paulo Magalhães busca ter mais controle financeiro sobre a SAF. A empresa não vem aportando recursos como antes desde que iniciou a disputa pelo controle da SAF Botafogo entre John Textor (Eagle) e Ares.
Na ação, no entanto, o clube social teve duas perdas. Isso porque o desembargador Marcelo Almeida de Moraes Marinho negou os pedidos de ressarcimento de R$ 155 milhões e um interventor judicial na SAF.





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