Após o empate do Botafogo com o Coritiba por 2 a 2, André Rizek criticou a decisão do técnico Franclim Carvalho de começar com o zagueiro Bastos como titular. Longe do nível de atuação de 2024, quando fez dupla com Alexander Barboza nos títulos da Libertadores e Brasileiro, o angolano vem sendo questionado pela torcida.
– Ele teve pouco tempo de trabalho e apela, acho, ao conhecimento que tem dos jogadores de 2024, quando era o auxiliar do Artur Jorge. Por exemplo, ele tomou uma decisão que eu achei curiosa. Você pode relacionar até nove estrangeiros por jogo, e diante disso ele tira o Ferraresi, que vinha jogando como titular e bem, e recorre a um jogador que ele conhece bem, que é o Bastos. Mas ele conhece o Bastos de 2024 – disse Rizek.
– Achei pitoresca a decisão dele de colocar o Bastos no time titular. Ele não falhou, não tem culpa no empate. Eu só achei curioso que ele apela ao conhecimento que ele tem do Bastos de 2024 e saca um jogador que nem no banco ficou e que vinha jogando bem – completou.

Para justificar a decisão de nem sequer relacionar o zagueiro Ferraresi, Franclim Carvalho lembrou que tem limite de estrangeiros por jogo. Para Rizek, a quantidade de estrangeiros no elenco do Botafogo é um erro.
– Se você tem um limite de nove, não vale a pena você ter 15, 14 estrangeiros. Porque você tem que deixar alguém de fora por limite da regra. Aí é problema de gestão – concluiu Rizek.
O Botafogo volta a campo contra o Racing, quarta, 15, às 19h, em El Cilindro, pela segunda rodada do Copa Sul-Americana.













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