Próximo adversário do Botafogo na Sul-Americana, o Cienciano (PER) pavimentou o caminho para as oitavas apoiado na força da altitude do seu estádio em Cusco, a 3.350m acima do nível do mar.
Peso da altitude
Na primeira fase, o Cienciano (PER) não fez valer a força da altitude porque enfrentou o rival Melgar. Em campo, empate por 1 a 1 e garantiu a vaga nos pênaltis por 5×4.

Classificado à fase de grupos, o time peruano fez uma campanha irregular: seis jogos, duas vitórias, dois empates e duas derrotas. Não por acaso, as duas vitórias que garantiram o acesso às oitavas vieram impulsionadas pelos 3.350m da altitude de Cusco.
Em casa, os peruanos bateram o Puerto Cabello (VEN) por 2 a 0 e o Atlético-MG por 1 a 0.
Nos playoffs, o peso da altitude falou ainda mais alto. Após derrota por 2 a 0 para o Lanús, na Argentina, o Cienciano goleou os argentinos por 4 a 0 em Cusco e passaram às oitavas.
Campanha do Cienciano
Cienciano 1 (5) x (4) 1 Melgar – 1ª fase
Fase de grupos
Juventud 1×1 Cienciano
Cienciano 2×1 Puerto Cabello
Cienciano 1×0 Atlético-MG
Puerto Cabello 3×0 Cienciano
Cienciano 1×1 Juventud
Playoffs das oitavas
Lanús 2×0 Cienciano
Cienciano 4×0 Lanús
Dono da melhor campanha da primeira fase, o Botafogo enfrenta o Cienciano na altitude de Cusco nesta quinta, 13, às 21h30 (de Brasília), pelo jogo de ida das oitavas de final da Sul-Americana.









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