No Botafogo desde abril, Franclim Carvalho completou 19 jogos no comando do time. Desde então, são 10 vitórias, seis empates e três derrotas — aproveitamento de 63%.]
Em participação no SporTV News desta segunda, 27, o jornalista Vinicius Bueno elogiou o português.
– É muito legal, né. A gente tem acompanhado ali algumas dessas histórias, de auxiliar enfrentando um antigo parceiro e um treinador que acaba sendo importante na criação. A gente falou, inclusive, sobre a relação que o Abel Ferreira tem com o Leonardo Jardim nos tempos de Sporting e agora tem essa relação muito legal também do Artur Jorge com o Franclim Carvalho, que é uma aposta que vai se mostrando acertada e que foi colocada em xeque quando aconteceu o anúncio oficial. Era um cara desconhecido, muita gente levava em consideração, inclusive, o que o Botafogo tinha feito com o Davide Ancelotti. Será que vale essa aposta, um cara que vai dar esse salto, vai virar treinador? Os números estão aí, dez vitórias, só três derrotas em dez jogos, acho que é uma aposta que acaba se mostrando acertada – declarou Vinícius Bueno.
No trabalho, é possível ver o DNA ofensivo do técnico de 39 anos. São 39 gols marcados (média de 1,79/jogo) e 20 gols sofridos (1,05/jogo).
– E eu gosto dessa utilização de jogadores da base, eu gosto de treinadores que bancam jogadores da base. Entre o Bastos, que já tem uma idade avançada, que vinha sofrendo com lesões, que já não era mais o mesmo de antes, ou apostar no Justino, por exemplo, bota o moleque para rodar, bota o moleque para ajudar em campo, para fazer dinheiro. E o Botafogo, que é um bom visitante, enfrentou um Cruzeiro que tem se dado mal jogando em casa, só quatro vitórias em 11 jogos diante do torcedor. É um resultado preocupante para o Cruzeiro, que para mim tem um bom time titular, mas você olha para o elenco, para um campeonato difícil, um calendário apertado, eu acho que o elenco do Cruzeiro é justo demais – completou.

O bom trabalho no Glorioso despertou o interesse do Vasco, que apresentou proposta de dois anos ao português durante a parada da Copa do Mundo. Franclim balançou, mas recusou a investida por receio de se queimar com o Botafogo, que abriu as portas para o seu primeiro grande trabalho.










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