Ídolo do Botafogo, Jefferson mantém os laços com o clube que o projetou nacional e inernacionalmente. Hoje nos Estados Unidos, o goleiro acompanha o time à distância, mas nem por isso deixa de ter avaliação sobre a atual fase.
– Hoje estou aqui como torcedor, a gente sabe que é difícil o que o torcedor está passando, mas o futebol é isso, tem a oscilação. Tem ano que a gente vai ganhar tudo, tem ano que não vai ganhar nada, vai ter ano que vai ganhar um título só. Esse ano, sim, foi difícil, acho que até porque mudou muitas peças. No futebol você precisa pelo menos manter um esqueleto, a gente já passou por isso quando eu jogava – iniciou ao “ge” para continuar:
– Lembro que fizemos um campanha belíssima em 2013, e esperávamos que o mesmo time fosse mantido, principalmente para disputar a Libertadores, mas peças foram se desmontando, trocas de treinadores aconteceram, e o nosso 2014 foi muito ruim. Acho que isso é lição para que se possa manter a base. O Botafogo precisa voltar realmente a ter uma identidade no sentido de estrutura e que nas próximas vezes, se vier a vender um jogador ou outro, possa repor rapidamente para que se mantenha um ritmo de competitividade. Infelizmente nesse ano não deu para nós, mas acredito que, com esses erros, vamos voltar mais forte no ano que vem – declarou.

Atualmente como treinador de goleiros do Orlando City, Jefferson tem a ambição de integrar a Seleção Brasileira no futuro, além de considerar um possível retorno ao Botafogo.
– Sonho, com certeza, mas eu sou um cara muito realista e muito focado no que eu faço. Preciso dar passo a passo. Sei que realmente hoje para se treinar um profissional você tem que ter não somente a experiência dentro de campo, mas fora dele também. Hoje me vejo preparado para treinar qualquer categoria de base do Brasil, não que não estaria preparado para treinar um profissional . Com certeza eu estaria, só que eu preciso realmente pegar essa estrutura e essa bagagem para poder realmente agregar mais ao profissional. Isso que estou procurando, mas sonho, sim, um dia, se Deus quiser, voltar para o Botafogo e quem sabe treinar os nossos goleiros do profissional – concluiu.





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