Uma das lideranças do elenco, Alexander Barboza quer permanecer no Botafogo. Após a vitória por 1 a 0 sobre o Volta Redonda, nesta quarta, 21, no Estádio Nilton Santos, o zagueiro comentou publicamente sobre as conversas para renovação contratual.
— Estou falando com o clube, não tem nada fechado. Tive várias propostas, mas a prioridade é ficar no Botafogo. Eu já falei isso. Eu não quero ir embora, eu quero ficar — afirmou o defensor.
Barboza explicou que as tratativas seguem em andamento e que a definição passa também pela situação administrativa do clube.
— O clube já falou com o meu empresário e estamos conversando. Tem coisa que não depende de mim. O clube primeiro tem que regularizar a situação e eu ter a certeza do que vai acontecer daqui para frente. Não tem nada fechado ainda. Eu quero, o clube quer. E que daqui para frente a gente tenha boas notícias — completou.
Zagueiro entende momento do clube e cita dificuldades para manter elenco campeão
Um dos líderes do elenco, Barboza demonstrou compreensão com o atual cenário vivido pelo Botafogo, especialmente após a saída de jogadores importantes.
— Falando dos jogadores que saem do time, um time campeão de tudo… acho difícil manter o time. São poucos os times que conseguem manter um plantel campeão. O Botafogo está numa etapa que não é problema dos jogadores. O dono do clube que vai resolver. Estamos confiantes que vai resolver — disse.
O zagueiro também citou a situação dos atletas impedidos de atuar por conta do transfer ban.
— Tem três jogadores (Ythallo, Riquelme e Lucas Villalba) que estão treinando com a gente — acrescentou, em declaração reproduzida pelo ge.
Barboza comenta possível saída de Savarino
Barboza também falou sobre a situação de Savarino, que não foi relacionado para a partida diante do Volta Redonda e tem acerto encaminhado com o Fluminense. Segundo o defensor, a decisão foi a mais adequada diante do momento vivido pelo companheiro.
— Ele é meu amigo, meu irmão. O clube está numa negociação com ele. Muito melhor se ele não está com a cabeça aqui, não jogar. Ele pode machucar, cometer erros — explicou.
O zagueiro relembrou experiência pessoal e reforçou a importância do foco emocional.
— Eu passei por uma situação dessa. Se não está com a cabeça focada no jogo, é difícil jogar bem. A melhor decisão é resolver a saída. Tomara que fique, mas ele tem que pensar no futuro e na família. Ele vai saber tomar a melhor decisão.
A declaração evidencia o clima de transição vivido pelo elenco alvinegro, que tenta manter competitividade em meio a mudanças profundas fora de campo.





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