A Justiça do Rio de Janeiro rejeitou os pedidos da Eagle Football em ação movida contra a SAF e o Botafogo de Futebol e Regatas. Segundo o blog de Lauro Jardim, do jornal O Globo, a Justiça negou tanto a inclusão de John Textor como réu quanto a nomeação de um interventor para a SAF.
A decisão do juiz Marcelo Lima, da 2ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, sustenta que Textor “já preside a SAF Botafogo e, como gestor, não deverá responder como pessoa física, tão pouco perante a arbitragem, por não ser aderente”.
O magistrado também recusou a indicação de um observador judicial na SAF, argumentando que “a nomeação de observador poderá tumultuar a gestão da sociedade e permitir a quebra de sigilo inerente ao negócio”.
Na decisão, o juiz ainda advertiu a Eagle de que deve utilizar a via judicial apenas para questões urgentes, e não para a “discussão de mérito”, que deve ocorrer em arbitragem. A empresa terá cinco dias para informar se já iniciou o procedimento arbitral e, em caso positivo, o Judiciário poderá encerrar o processo.



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