Principal ativo do elenco, Danilo vive grande fase no Botafogo e entrou de vez no radar do mercado internacional. A atual fase artilheira do volante aliada à grave crise financeira da SAF aumenta a possibilidade de uma venda já na janela do meio do ano.
Novo contexto
Hoje, há três clubes interessados, de acordo com o “ge”, nesta terça, 28. Palmeiras, Fulham e Zenit já sinalizaram pelo volante, que é a contratação mais cara da história do Alvinegro.
No início de 2026, Danilo recusou deixar o clube, mesmo diante de sondagens e de uma negociação avançada com o Nottingham Forest. O entendimento do jogador era direto: sair naquele momento poderia prejudicar seus planos esportivos, especialmente com a Copa do Mundo no horizonte.
Nas últimas semanas, porém, o contexto mudou. O estafe do atleta voltou a receber contatos — agora com valores maiores.
O Fulham avalia uma proposta de 30 milhões de euros (22 milhões fixos + 8 milhões em metas). O Zenit chegou ao mesmo patamar, com 25 milhões fixos. Já o Palmeiras também monitora o cenário e admite investir valores próximos aos europeus.
Números bem acima do que foi discutido meses atrás. Na negociação frustrada com o Nottingham Forest, por exemplo, Danilo sairia por 19 milhões de euros. O pacote incluía também Álvaro Montoro, que renderia mais 15 milhões de euros.
O Botafogo tem uma dívida de 20 milhões de euros com o Forest pela própria contratação de Danilo. Na prática, a operação geraria apenas 14 milhões de euros brutos — e, com comissões e impostos, cerca de 8 milhões líquidos.
A transação acabou barrada. Inclusive por decisão judicial, que passou a exigir autorização do clube associativo para qualquer venda de atletas.

Agora, o cenário é outro. Com 24 anos, Danilo soma 10 gols e 3 assistências em 2026, números que reforçam seu protagonismo. Ao mesmo tempo, a necessidade de caixa pressiona.
Divisão e resistência
Internamente, há divisão. De um lado, a área financeira vê a possível venda como oportunidade de geração de receita relevante. Do outro, o departamento esportivo resiste — perder o principal jogador no meio da temporada pode custar caro dentro de campo.












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