Valentim admite erros em vitória do Botafogo sobre lanterna Avaí

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Valentim. Botafogo x Avai no Estadio Nilton Santos. 11 de Novembro de 2019, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Foto: Vitor Silva/Botafogo. rImagem protegida pela Lei do Direito Autoral Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.
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Apesar da vitória sobre Avaí, Valentim reconheceu jogo abaixo do Botafogo. Foto: Vitor Silva/Botafogo

O Botafogo precisou contar com a sorte para superar o rebaixado Avaí, por 2 a 0, no Nilton Santos. Em mais um jogo de baixo nível técnico, a equipe comandada por Valentim venceu o lanterna da competição com um gol contra e outro de pênalti em lance polêmico.

Com o resultado sobre o Avaí, o Botafogo chega à 14ª posição com 36 pontos, deixa a zona de rebaixamento e respira até a próxima rodada, quando enfrenta o Athletico-PR, domingo (17), às 16h, em Curitiba.

Após a partida, o técnico do Botafogo, que foi chamado de “burro” ao substituir o jovem Rhuan no segundo tempo, admitiu o erro, reconheceu a fraca atuação de sua equipe, mas enalteceu o resultado.

Confira a íntegra da coletiva de Alberto Valentim:

Análise sobre o jogo

— Hoje nós não jogamos muito bem, erramos muitos passes e finalizações. Podíamos ter matado o jogo depois de termos feito 1 a 0. Nossa ideia não era baixar muito a linha de marcação, foi uma coisa que cheguei a conversar com os jogadores. Fazíamos linha de cinco atrás com muito antes com o Avaí trabalhando a bola no campo defensivo. Foi o que consegui ver vídeo com lances do primeiro tempo que o Fernando (auxiliar) me separou do primeiro tempo.

Por que tirou Rhuan que era um dos destaques da partida? Diego Souza volta a ser opção?

— Primeiro que Diego e os demais jogadores serão sempre importantes para o Botafogo. Sempre. Não só o Diego Souza, todos os jogadores, até os que não vieram hoje. Iguais. Talvez eu tenha me precipitado um pouco em tirar o Rhuan. Talvez tenha sido um erro.

Minha ideia era que Lucas Campos entrasse muito forte pelo lado direito e que o Léo (Valencia) marcasse muito forte para que não baixássemos mais a linha. Acho que me precipitei um pouco em tirar o Rhuan.

Vitória de alívio?

— Vestiário depois que ganha é bom para caramba. E a vitória é muito importante. Como comandante, eu gostaria de ver meu time jogar melhor, ter substituído melhor. Mas estou feliz porque eles se entregaram, se doaram. Minha torcida fica grande também pelo Avaí, sempre. Nós precisamos ganhar jogos que ninguém espera. Precisamos dar uma resposta para nós mesmos.

Avaliação da vitória

— Muito importante uma vitória na situação que nós estávamos. Conversei com jogadores e não temos que olhar para trás. O nosso campeonato recomeçou agora. A gente só tem que olhar para essas seis partidas que restam. Era muito importante vencer hoje. Principalmente pela semana cheia que teremos até a próxima partida.

Reencontro com Avaí

— Foi um período muito legal, de muito aprendizado. Tenho muito carinho por eles. É muito legal, porque além do trabalho, os jogadores sabem que fui muito honesto com eles.

Avaliação dos jovens

— Rhuan gostei. A gente poderia até ter aproveitado mais a velocidade dele. E o Lucas também. O primeiro discurso que sempre tenho com estes jogadores é que todos, independentemente de ser jovens, têm que estar preparados para jogar, porque eu coloco para jogar. Eles estão de parabéns pela ajuda. Todos têm que estar atentos. Todos são importantes iguais. Vamos precisar que o time se fortaleça para chegar numa pontuação que nos faça permanecer na Série A.

— Rickson treina forte, correspondeu mesmo não jogando na posição de origem. Obedeceu taticamente, é o mesmo discurso que falo. Talvez pudéssemos aproveitar melhor a força física dele se tivéssemos jogado melhor. Está de parabéns pela partida que fez como lateral.

Diego Souza

— Muito importante. A confiança, se nós pegarmos e conversarmos com o mais experiente que seja o jogador, por exemplo, o Zé Roberto, que foi um jogador que terminou a carreira com mais idade. Pode perguntar para ele o quanto faz diferença a confiança para jogar. A vitória deixa a semana mais tranquila para trabalhar com certeza.

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Sobre Diego Mesquita 1552 Artigos
Botafoguense, 36 anos. Formado em Jornalismo pela FACHA (RJ), trabalhou como assessor de imprensa do Botafogo F.R em 2010. Hoje, é setorista independente.

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