Em entrevista ao “Lance” nesta terça, 25, o presidente do Botafogo Social, João Paulo Magalhães Lins, explicou o processo judicial que abriu contra a Eagle, proprietária de 90% da SAF Botafogo. Na ação, o social cobra um ressarcimento de R$ 155 milhões, a indicação de um interventor para a SAF e a suspensão de transações de jogadores durante o andamento do caso.
João Paulo revelou que os investidores da SAF interromperam os aportes financeiros ao clube. Hoje, o Botafogo mantém suas contas em dia graças a “milagres” realizados pela equipe liderada por Thairo Arruda, diretor-executivo da SAF do Botafogo.
– Meu objetivo é proteger o Botafogo. Hoje, o Botafogo está vivo por causa da equipe que comanda a SAF. Sob o comando do Thairo, o Botafogo consegue com muito esforço honrar seus compromissos – iniciou João Paulo.
Ele prosseguiu, ressaltando que investidores internacionais estão em conflito e não estão mais investindo no Botafogo, o que pode inviabilizar a continuidade dos esforços de Thairo sem a participação dos investidores nos acordos estabelecidos por eles.
– Meu objetivo é que eles se entendam e que resolvam o problema do Botafogo. Pois eu só estou vendo esforços deles para resolver a vida do Lyon, que só existe hoje por causa das inúmeras ajudas que o Botafogo fez.

Paz
João Paulo ressaltou que não tem intenção de brigar com John Textor. A intenção, segundo ele, é preservar os interesses do Botafogo.
– Quero paz! Adoramos o Textor e certamente somos todos muito gratos a ele. Mas o Botafogo não pode ser prejudicado – completou João Paulo.
De acordo com o “Lance!”, a quantia de R$ 155 milhões solicitada judicialmente pelo Botafogo associativo seria destinada às operações da própria SAF. Em resposta, a SAF emitiu uma nota oficial refutando as alegações e condenando a iniciativa do clube social.



Comentários