Autuori cita diferenças e valoriza empate do Botafogo com Bragantino

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Foto: Reprodução

Após o empate do Botafogo em 1 a 1 com o Red Bull Bragantino nesta quarta, 12, pela segunda rodada do Brasileirão, o técnico Paulo Autuori pontuou as diferenças entre as equipes e valorizou o ponto conquistado.

— Sabíamos da dificuldade de jogar contra o Bragantino, que foi equipe com melhor pontuação no Paulista. Nós temos uma equipe nova, com jogadores que estão disputando pela primeira vez o Brasileiro. O mais importante era fazer com que pudéssemos pontuar. A gente sabe que se a equipe tivesse um pouco mais de trabalho e competição, poderíamos ter definido o jogo de maneira diferente. Mas sabíamos que isso ia acontecer, porque paramos há muito tempo. As equipes cariocas parece que vão sentir mais. Por isso, considero um resultado importante. Nossa equipe está em construção, e enfrentamos um time com poderio econômico e mais tempo junto – disse.

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Novos protocolos

— Nós não podemos falar em termos desportivos, porque sabíamos que as coisas não seriam fáceis. Isso transcende o lado esportivo. O país não está preparado para enfrentar a pandemia. Estamos lidando como se nada tivesse acontecendo. Vai ser um risco para todos. Antes de falar do aspecto desportivo, precisamos pensar num todo. Minha visão é sistêmica. É um problema do Brasil, que errou da maneira como como enfrentou a pandemia. O futebol não está alheio à realidade da vida.

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Postura do Bragantino

— O Bragantino, hoje, é um clube fortíssimo. Pela maneira como é gerido e pelo poderio que tem. Eles anunciaram três jogadores novos, que vão se desenvolver no clube. É uma postura acertadíssima. Tivemos boas chances no início e sofremos o gol por um erro.

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Autuori valorizou ponto conquistado pelo Botafogo contra Bragantino. Foto: Reprodução

Próximo jogo

— Todo mundo sabe das dificuldades que o Brasileiro impõe. Você sai do sudeste, vai para o nordeste, passa uma semana fora de casa. Não posso falar disso. Tenho que trabalhar com o objetivo de criar soluções. Esse não é o problema. O problema é a maneira como o calendário é desenvolvido. O importante é o espírito de sacrifício, capacidade de sofrimento. Os jogadores demonstraram isso. Daqui a três, quatro jogos, vão desempenhar um futebol da maneira como desejamos.

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Sobre Diego Mesquita 1552 Artigos
Botafoguense, 36 anos. Formado em Jornalismo pela FACHA (RJ), trabalhou como assessor de imprensa do Botafogo F.R em 2010. Hoje, é setorista independente.

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