Principal ativo do elenco do Botafogo, Danilo está no radar de clubes do Brasil e da Europa. Praticamente confirmado para representar a Seleção na Copa do Mundo, a tendência é que o volante deixe o Alvinegro após o Mundial.
Em grave crise financeira, a SAF Botafogo espera por uma valorização ainda maior de Danilo e não vê Palmeiras e Flamengo — os brasileiros interessados — dispostos a pagar entre 35 e 40 milhões de euros pelo jogador, segundo o blog do Diogo Dantas, de “O Globo”.
Diante do quadro, o Botafogo prioriza uma negociação para o mercado europeu. Por lá, Zenit, Fulham, Nottingham Forest e clubes da Itália monitoram o artilheiro do Glorioso na temporada.
No início de 2026, Danilo recusou deixar o clube, mesmo diante de sondagens e de uma negociação avançada com o Nottingham Forest. O entendimento do jogador era direto: sair naquele momento poderia prejudicar seus planos esportivos, especialmente com a Copa do Mundo no horizonte.
Nas últimas semanas, porém, o contexto mudou. O estafe do atleta voltou a receber contatos — agora com valores maiores.
O Fulham avalia uma proposta de 30 milhões de euros (22 milhões fixos + 8 milhões em metas). O Zenit chegou ao mesmo patamar, com 25 milhões fixos. Já o Palmeiras também monitora o cenário e admite investir valores próximos aos europeus.
Números bem acima do que foi discutido meses atrás. Na negociação frustrada com o Nottingham Forest, por exemplo, Danilo sairia por 19 milhões de euros. O pacote incluía também Álvaro Montoro, que renderia mais 15 milhões de euros.
O Botafogo tem uma dívida de 20 milhões de euros com o Forest pela própria contratação de Danilo. Na prática, a operação geraria apenas 14 milhões de euros brutos — e, com comissões e impostos, cerca de 8 milhões líquidos.
A transação acabou barrada. Inclusive por decisão judicial, que passou a exigir autorização do clube associativo para qualquer venda de atletas.
Agora, o cenário é outro. Com 24 anos, Danilo soma 10 gols e 3 assistências em 2026, números que reforçam seu protagonismo. Ao mesmo tempo, a necessidade de caixa pressiona a venda a curto prazo.







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