Valentim confirma Carli, mas esconde Botafogo contra Grêmio

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Valentim.Treino do Botafogo no Estadio Nilton Santos. 23 de Outubro de 2019, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Foto: Vitor Silva/Botafogo. rImagem protegida pela Lei do Direito Autoral Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.
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Valentim não confirmou Botafogo que enfrenta Grêmio neste domingo. Foto: Vitor Silva/Botafogo.

Para se afastar ainda mais da zona de rebaixamento, o técnico Alberto Valentim deve contar com dois retornos ao elenco do Botafogo para a partida contra o Grêmio, domingo, as 16h, em Porto Alegre. O zagueiro Carli volta à equipe titular e Alex Santana tem chance de voltar a ser relacionado.

— Estamos com uma esperança de levarmos para o jogo. O Alex está quase 40 dias, senão me engano, sem trabalhar diretamente com o grupo. Eu gosto muito de levar um jogador depois de fazer algumas sessões de treinos, e ele está treinando com a gente. Isso é importante. Vamos esperar até o treino de amanhã para confirmar essa ida dele para lá. Tomara que ele seja um dos relacionados – disse o treinador.

Antes do treino do Botafogo desta sexta (25), Valentim conversou com a imprensa e projetou o duelo contra Grêmio de Renato Gaúcho.

Confira a íntegra da coletiva:

Grêmio

— Tem um treinador que sabe trabalhar muito bem o vestiário. A gente sabe que no futebol, nos momentos difíceis e felizes, você não tem muito tempo para ficar se lamentando, nem comemorando, porque a gente sabe que no Brasil, no mundo, se joga quase a três, quatro dias. Ou seja, a gente tem que, sabendo que o Grêmio vai estar forte, recuperado, pensando somente no Brasileiro. Temos que estar prontos para enfrentar um time forte, que vem jogando muito bem há anos. Com uma qualidade técnica muito boa individual, coletiva, e de um treinador que sabe gerir muito bem isso.

Grêmio vai ser adversário que vai querer provar que está reabilitado?

— Sim. Primeiro que nós temos que ir muito fortes, buscar nosso resultado lá. Nós vamos enfrentar um Grêmio pronto, com muita força, certamente.

Qual a importância de um bom resultado sobre o Grêmio?

— Nós temos os nossos objetivos. Quanto mais perto você ficar do primeiro, consequentemente com uma vitória você consegue abrir uma vantagem ou manter uma vantagem dos adversários diretos. Aqueles que estão mais na parte de baixo da tabela. A gente sabe que vitória é sempre mais importante para dar tranquilidade, elevar o moral, então estamos trabalhando bem para buscar essa vitória.

O que fica de aprendizado da partida do Grêmio contra o Flamengo?

— O Grêmio jogou muito bem contra o Flamengo até tomar o primeiro gol e segundo gol. Aí depois alguns de bola parada que não podemos tirar o mérito do Flamengo, mas de jogadas que você poderia ter evitado, mas sabendo que o Flamengo tem uma qualidade individual muito boa. Mas não foram jogadas trabalhadas no sentido de bolas em movimento. A gente sabe que vamos encontrar um Grêmio muito forte. Já estamos analisando o que eles têm de forte e de menos forte para aproveitarmos o que podemos usar lá dentro da Arena do Grêmio.

O que você tirou do jogo entre Flamengo e Grêmio?

— Sobre o Flamengo agora não vou nem falar porque está muito longe ainda, né? Temos adversários antes. O placar, acredito eu, em sã consciência ninguém falaria que seria 5 a 0. Eu acredito que se Flamengo e Grêmio jogarem mais as próximas 10 vezes, não vai acontecer um resultado igual, pela qualidade coletiva do Grêmio, pelo treinador que tem. Alguns jogos desse tipo acontecem. Nós vamos falar de Copa do Mundo, que infelizmente aconteceu com a gente. Champions League com Barcelona e PSG, de resultados que ninguém esperava. Futebol é assim. Infelizmente ou felizmente para outros, mesmo se tratando de duas equipes fortes, tem dia que dá tudo certo para um, tudo errado para o outro.

Diego Souza no meio ou no ataque?

— Segredo. Mas alguns jogadores no elenco me dão essa condição de mudá-los de posição. Então, vamos ver qual vai ser a melhor posição daquilo que a gente acredita para o Botafogo em relação ao adversário também.

Formação tática contra o Grêmio

— Vou te falar uma coisa muito sincera: quando um treinador coloca três volantes ou vai num 4-2-3-1 em que você acaba tirando esse volante e deixando esse meia, que é o Diego, de menos poder defensivo, como nós jogamos contra o CSA, isso não quer dizer que você vai ficar menos ofensivo dependendo das características que você tem. Ao mesmo tempo, jogando no 4-2-3-1 você não vai ficar mais exposto, porque hoje a obrigação defensiva e o que é de ponto de partida nosso, e eu já falei, que é de um bloco médio, de intermediária, começa com os jogadores da frente. Lógico que eu digo para eles fazendo menos estrada, correndo menos, sendo mais forte nos cinco a dez metros para correrem menos. Não correrem 30 metro quando baixarmos as linhas. Mas vai o Botafogo vai ser um time competitivo, organizado, equilibrado, para procurar vencer o Grêmio lá.

Carli

— Está de volta. Está à disposição.

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Sobre Diego Mesquita 1552 Artigos
Botafoguense, 36 anos. Formado em Jornalismo pela FACHA (RJ), trabalhou como assessor de imprensa do Botafogo F.R em 2010. Hoje, é setorista independente.

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